Blog da ciência e tecnologia


Rádio multinúcleo promete mudar comunicações sem fios

FONTE: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Transmissor multinúcleos

Uma técnica que permite transmitir e receber sinais de rádio em um único chip poderá mudar a forma como a comunicação sem fios é feita, além de permitir que os aparelhos sejam atualizados por software.

Para entender a solução, basta se lembrar do problema da multiplicidade de faixas de frequência - ou bandas - que os aparelhos precisam lidar hoje. Seja GPS, Bluetooth, Wi-Fi, telefonia ou FM, cada tecnologia sem fios usa uma banda que exige seu próprio filtro para separar o que é seu do que não é.

Para juntar tudo, Hazal Yüksel, da Universidade de Cornell, nos EUA, construiu um transmissor composto por seis subtransmissores, todos ligados a uma linha de transmissão virtual.

Cada um dos subtransmissores envia sinais em intervalos regulares e suas saídas ponderadas individualmente são programadas de modo que elas se combinam para produzir um sinal de frequência de rádio que é enviado em direção à antena, ao mesmo tempo em que a porta de recepção, alimentada pela mesma antena, é temporariamente desativada.

Como as saídas individuais são programáveis, torna-se possível a junção e o cancelamento simultâneos dos sinais de uma ampla gama de frequências, além de possibilitar ajustar a intensidade do sinal na antena.

"Em uma direção, ele é um filtro, e você basicamente obtém esse cancelamento. E na outra direção, é um amplificador," resumiu a professora Alyssa Apsel, coordenadora da equipe.

Hardware atualizado por software

O chip multifrequencial é baseado em uma descoberta feita há seis anos por um grupo da Universidade de Stanford, que desenvolveu uma técnica para que um transmissor filtre sua própria transmissão, permitindo que o sinal de entrada, mais fraco, seja recebido. Esse rádio de mão-dupla permitiu dobrar a velocidade das redes wireless.

O grande avanço agora é que, usando o conceito de subtransmissores, a equipe conseguiu fabricar um chip que funciona em uma série de frequências, permitindo atender às necessidades atuais de múltiplos sistemas de transmissão e recepção no mesmo aparelho - nos celulares, principalmente.

Outra vantagem é que, em vez de precisar de um filtro físico para cada banda, a separação dos sinais pode ser controlada digitalmente pelo aparelho. Assim, atualizá-lo para a versão mais recente do protocolo de transmissão de dados será simples como atualizar um aplicativo - bastará fazer o download do software mais recente.

 

Bibliografia:

A Wideband Fully Integrated Software-Defined Transceiver for FDD and TDD Operation
Hazal Yüksel, Dong Yang, Zachariah Boynton, Changhyuk Lee, Thomas Tapen, Alyosha Molnar, Alyssa Apsel
Journal of Solid-State Circuits
Vol.: PP, Issue: 99, 1-12
DOI: 10.1109/JSSC.2017.2650409


Escrito por P.Carulli às 12h49
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Larvicida é apontado como causa provável da microcefalia

O responsável por isso seria a Monsanto ou, pelo menos, seu parceiro estratégico, a Sumitomo Chemical

FONTE: JORNAL DA USP

Um grupo de médicos argentinos está desafiando a teoria de que o vírus zika seja responsável por defeitos congênitos em bebês no Brasil. Ao contrário, eles argumentam que o responsável por isso seria a Monsanto ou, pelo menos, seu parceiro estratégico, a Sumitomo Chemical.

A denúncia foi feita pela Organização Médicos em Cidades Pulverizadas, que afirma que um larvicida químico que produz malformações em mosquitos foi introduzido no abastecimento público de água potável em 2014. De acordo com a Organização Curas Naturais Saudáveis, esse veneno, Pyriproxyfen, é usado em um programa controlado pelo Estado, que busca erradicar os mosquitos portadores de doenças. Essa composição tem o efeito de inibir o desenvolvimento evolutivo e causa defeitos de nascimento. O larvicida parece um fator causal plausível na microcefalia. Muito mais que mosquitos transgênicos que alguns têm culpado pela epidemia de zika.

A Monsanto está sendo alvo de um processo que equivale a um crime contra a humanidade. O Tribunal de Haia ouvirá relatos sobre os danos ambientais e de saúde para emitir um parecer jurídico.

Ciro Marcondes Filho recomenda que devemos considerar os padrões da Agenda 21, bem como da Agenda 2030 da ONU, que falam do ambiente sustentável: temos o direito de comer alimentos saudáveis. O direito ao gozo do mais alto padrão de saúde contra violação da liberdade, inclusive na pesquisa cientifica.



Escrito por P.Carulli às 14h23
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Animal mais resistente do mundo se transforma em vidro para sobreviver.

Fonte : UOL

O tartigrado,tambem conhecido co o urso d'agua é um animal que vive do zero absoluto a aguas quentes.

Sendo estudado por anos por causa de sobreviver a desidratação completa, cientistas descobriram que ele

usa a proteina(TDP) para se envolver em um casulo e assim praticamente vitrificar seu corpo.

A TDP(Proteinas intrinsicamentes desordenadas) estão sendo estudadas pelos cientistas.




Escrito por P.Carulli às 14h37
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Jiboia rara é achada após mais de 60 anos de buscas

Cobra foi encontrada em comunidade rural no interior de São Paulo
Fonte: Metro

Com a ajuda da comunidade rural de Guapiruvu, em Sete Barras (SP), a pouco mais de cem quilômetros da fronteira com o Paraná, pesquisadores do Instituto Butantan e do Museu de Zoologia da USP anunciaram a redescoberta da espécie Corallus cropanii, conhecida como jiboia-do-Ribeira ou jiboia-de-Cropan.

 

A cobra, considerada uma das mais raras do mundo, foi encontrada pela segunda vez viva em seu habitat após 64 anos (veja foto).

 

A primeira, achada em 1953, em Miracatu (SP), foi descrita pelo herpetólogo do Butantan Alphonse Richard Hoge como um macho de aproximadamente um metro. O novo espécime, encontrado no último dia 21 por moradores da região de Sete Barras, também é um macho com 1,7 metro e 1,5 quilo. Como toda jiboia, ela não é venenosa e mata suas presas por esmagamento.

“A cobra será estudada a fim de se descobrir mais informações sobre sua biologia e hábitos. Como nunca foi observada na natureza, não temos muitas informações sobre o seu comportamento”, disse a bióloga do Instituto Butantan Lívia Corrêa. “Ela será solta em seu habitat natural e receberá um equipamento com radiotelemetria que possibilitará seu rastreamento na natureza e a transmissão de informações aos pesquisadores”, explicou.

 

Segundo a bióloga, a redescoberta só foi possível graças à parceria com a comunidade do Vale do Ribeira. Os pesquisadores deram palestras e materiais sobre o animal com o objetivo de encontrá-lo vivo. As ações mostraram a importância de conservar as serpentes e o ecossistema onde elas vivem, além de promover a apropriação da biodiversidade local pela comunidade (que por falta de informação matava as serpentes encontradas).

 

Registros da jiboia

• 1953: Encontrada viva pela 1ª vez em Miracatu (SP)

• 1969: Capturada em Pedro Toledo (SP) e levada já morta ao Butantan

• 1978: Localidade incerta, mas chegou por trem de Santos (SP) ao Butantan

• 2003: Encontrada sem vida em Eldorado (SP). Cabeça e pele conservados em álcool por um morador

• 2009: Apenas fotos em Guapiruvu, Sete Barras (SP)

• 2017: Encontrada viva em Guapiruvu, Sete Barras (SP)



Escrito por P.Carulli às 14h36
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ENSINAR NOVOS TRUQUES A UM VELHO SATÉLITE:

FONTE:ESA

XMM-Newton
9 Dezembro 2016

XMM-Newton é um dos observatórios Europeus em órbita há mais tempo e dos mais produtivos, investigando o entusiasmante Universo de raios-X. Graças ao trabalho em equipa e à inovação técnica, está no bom caminho para continuar a voar por muito tempo.

Lançado há 17 anos, o telescópio de raios-X da ESA em órbita ajudou cientistas de todo o mundo a compreender alguns dos eventos mais misteriosos do nosso Universo, desde o que acontece nos buracos negros e ao seu redor, até à formação das galáxias.

Com 3800 kg, o XMM-Newton de 10 m de comprimento é o maior satélite de ciência já construído na Europa e os seus espelhos telescópicos são os mais sensíveis jamais desenvolvidos.

Esperava-se que operasse durante uma década, mas a corajosa aeronave felizmente surpreendeu a todos, durando quase duas décadas - e não mostra sinais de desistir.

O sucesso do XMM-Newton foi possível não só devido à sua robustez, mas também à estreita cooperação entre o centro de astronomia da ESA perto de Madrid, Espanha, e os controladores de missão no centro de operações da ESA em Darmstadt, na Alemanha.

The XMM lower module emerging from the Large Space Simulator in ESTEC in 1999.
A testar o XMM

"Com um número total de 4775 publicações científicas até à data, 358 só este ano, é um registro impressionante do sucesso científico da missão, cobrindo muitas, muitas áreas da astrofísica," observa o cientista do projeto Norbert Schartel.

Mas mantê-lo apto e saudável na sua terceira década significa que a equipa deve continuar a desenvolver e testar novas técnicas de controlo. Uma mudança complexa para o sistema de controlo de órbita quase reduziu para metade o consumo de combustível, por exemplo.

A funcionar quase sem combustível

Para começar, manter o XMM em órbita requererá disparos ocasionais do propulsor, cerca de uma vez por dia, e isso significa queimar combustível.

"Temos bastante combustível e, ao longo dos anos, descobrimos como usar cada vez menos para manter a nossa órbita científica", diz Marcus Kirsch, diretor de operações da nave espacial.

"O combustível é distribuído entre quatro tanques separados, mas o tanque principal ficará vazio primeiro. Da maneira como foi projetado significa que não poderíamos usar o restante combustível nos outros tanques, então estamos a mover tudo para o tanque 1. Isso irá permitir a continuação das operações na próxima década."

De volta à sala de controlo

XMM-Newton is one of Europe’s longest-flying and most productive orbiting observatories, investigating the hot X-ray universe. Thanks to teamwork and technical innovation, it’s on track to keep flying for a long time yet.
Instrução da equipa

Como parte deste processo, a equipa de controlo de voo retornou à grande e polivalente Sala Principal de Controlo da ESA, no controlo da missão, em Novembro - pela primeira vez desde o lançamento em 1999 - para cinco dias de simulações intensivas. A equipa normalmente trabalha a partir de uma sala menor e destinada a ser compartida com as equipas das missões Integral e Gaia.
As simulações verificaram os procedimentos que serão utilizados para mover o combustível e para reconfigurar o XMM para trabalhar para além de 2017.

 

 

 

 

 

Não são muitas as naves espaciais que usam o sistema de combustível especialmente desenhado como no XMM", diz Nikolai von Krusenstiern, engenheiro de operações espaciais.

"Tanto quanto sabemos, ninguém mudou o combustível de um tanque para outro, com um tanque como o nosso, num satélite em órbita e queremos levar o tempo necessário para minimizar qualquer risco para a missão."

Image captured 14 September 2016 at 06:50 GMT, when XMM-Newton was in its 3070th orbit and in contact with mission controllers at ESA’s mission control in Darmstadt, Germany, via the ESTRACK antenna at Kourou, French Guiana.
'Selfie' espacial do XMM

A reposição de tanque para tanque nunca foi prevista nas especificações do projeto original – uma vez que o XMM não foi concebido para durar tanto tempo - por isso nenhum processo foi concebido pelo construtor Astrium (agora Airbus Defence & Space).

"A Airbus tem sido muito útil - até nos ajudaram a entrar em contato com o autor do sistema de combustível, agora aposentado, para nos ajudar a projetar os procedimentos com segurança," diz Nikolai.

A terceira década do XMM

A equipa irá agora analisar os resultados das simulações do mês passado com o objetivo de reconfigurar a aeronave em 2017. Isso complementará a otimização cuidadosa dos procedimentos de controlo de voo já existentes e manterá os propulsores do XMM a disparar - e a nave espacial voará de forma confiável - até 2023.

Depois disso, a equipa terá na mão um plano de baixo risco confirmado para realizar o reabastecimento de combustível, o que, posteriormente, manterá a aeronave na sua missão científica inclusivamente na sua terceira década.

"O tempo gasto em treinos e simulações no mês passado foi extremamente valioso para toda a equipa," diz Marcus.

"Trabalhámos juntos para conceber uma solução sólida para as próximas décadas do XMM, e os engenheiros ganharam uma excelente experiência de treino que podem utilizar para o XMM ou mesmo levar consigo se forem atribuídos a outras missões."



Escrito por P.Carulli às 09h12
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NASA CONSTROI ROBO PARA REPAROS NO ESPAÇO

FONTE:GIZMODO

restore-l

Não se compra um computador de cem milhões de dólares sem um plano de reparos, mas é exatamente isso que a NASA faz quando manda seus satélites caríssimos para o espaço. Para garantir que os valiosos equipamentos não se tornem o lixo mais caro do sistema solar, a agência espacial está construindo um robô capaz de consertar e reabastecer satélites em órbita.

A NASA anunciou que irá fechar um contrato de US$ 127 milhões com a empresa Space Systems/Loral (SSL) da Califórnia pela Restore-L, uma nave robótica capaz de consertar, reabastecer e realocar satélites na órbita baixa da Terra, além de conseguir testar tecnologias para missões futuras. A SSL terá três anos para construir o robô, que deve ser lançado em 2020.

Sem a possibilidade de reabastecer, a vida útil de um satélite é restrita à quantidade de
propulsores que os engenheiros conseguem colocar no tanque no lançamento. Essa vida útil pode ser ainda menor se a nave tiver qualquer problema elétrico ou mecânico durante suas órbitas. Enquanto mais e mais satélites começam a chegar ao final da sua capacidade de operação, as agências governamentais e empresas privadas vêm trabalhando em ações para remediar esse problema ao desenvolver robôs capazes de dar aos satélites um upgrade em gravidade zero.

A DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, dos EUA), por exemplo, lançourecentemente um programa destinado a projetar robôs capazes de fazer a manutenção de satélites em órbitas geossíncronas que são de difícil alcance, a 35.000 quilômetros de distância da Terra. A Divisão de Manutenção de Satélites da NASA, por sua vez, está trabalhando em uma porção de demonstrações de tecnologias de reparo e reabastecimento em órbita, incluindo um braço robótico com o mesmo alcance de movimento do braço humano; um sistema de navegaçãoprojetado para ajudar os robôs se encontrarem com objetos em movimento no espaço; e o Restore-L, que combinam essas e outras capacidades numa máquina com diversos propósitos.

Por enquanto, o objetivo principal do Restore-L é reabastecer o Landsat 7, um importante satélite de monitoramento da Terra operado pela NASA e pela US Geological Survey. Se for bem sucedido, o projeto pode ser modificado para todos os outros tipos de tarefas úteis, desde recolher o lixo que não para de crescer na órbita do nosso planeta, até prestar serviços para grandes missões como a Asteroid Redirect Mission, que irá pegar uma rocha que pesa toneladas da superfície de um asteróide e rebocá-la de volta à órbita em torno da Lua.



Escrito por P.Carulli às 10h22
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Com muita dor que o Blog da ciÊncia e tecnologia coloca esses simples post.

Resultado de imagem para chapecoense



Escrito por P.Carulli às 08h13
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Brasil planeja lançar primeira missão à Lua até 2020

FONTE: IG

O Brasil planeja lançar até dezembro de 2020 sua primeira missão à Lua. O projeto batizado de Garatéa-L combinará os esforços de algumas das principais instituições de ciência e tecnologia do País e startups tecnológicas para enviar um nanossatélite com experimentos científicos, segunda informa a comunicação social da própria missão. 

“A ideia é nos beneficiarmos da recente revolução dos nanossatélites, mais conhecidos como cubesats, para colocar o País no mapa da exploração interplanetária”, afirmou Lucas Fonseca, ex-aluno da EESC e engenheiro espacial da empresa Airvantis e gerente do projeto Garatéa-L. Os cubesats são versões compactas dos robustos satélites, pesando não mais que 8 kg.

Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), da USP, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), do Instituto Mauá de Tecnologia e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) integram a missão que também tem como objetivo pesquisar as condições para a vida no espaço. 

Entre os experimentos que serão levados está o projeto coordenado por Douglas Galante, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e Fábio Rodrigues, do Instituto de Química da USP, em São Paulo. O projeto pretende investigar os efeitos do ambiente espacial interplanetário sobre diferentes formas de vida.

A Garatéa-L também conduzirá pesquisas que serão importantes para planos internacionais futuros de missões tripuladas de longa duração à lua. Isso porque, instrumentos serão embarcados para medir níveis de radiação em órbita cislunar e análise dos efeitos do ambiente radiativo extremo.

O custo estimado do projeto é de R$ 35 milhões. O valor já começou a ser levantado com órgãos de fomento à pesquisa e patrocinadores privados, de acordo com a missão. 

“É um modelo novo de missão, com os olhos para o futuro, que pode trazer muitos benefícios para o País”, disse Fonseca. “Isso sem falar no impacto educacional de inspirar uma nova geração a olhar para o céu e acreditar que nada é realmente impossível, se você tem foco e dedicação”.

O lançamento será realizado em parceria entre duas empresas britânicas com as agências espaciais europeia (ESA) e do Reino Unido (UK Space Agency). O veículo lançador contratado é o indiano PSLV-C11 - mesmo foguete que enviou com sucesso a missão Chandrayaan-1 para a Lua, em 2008.

A apresentação formal do projeto foi realizada nesta terça-feira (29), na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. 



Escrito por P.Carulli às 08h11
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Bactérias comedoras de carne matam paciente em apenas 4 dias!

Fonte:Jornalciencia.com

O jornal The Daily Times da cidade de Salisbury, em Maryland, Estados Unidos, relatou nesse fim de semana sobre a morte trágica e horrível de Michael Funk no início de setembro. Os médicos confirmaram que ele morreu devido a uma bactéria similar ao da cólera, chamado Vibrio vulnificus.

Funk estava com sua esposa, Marcia, no condomínio onde viviam, quando ficou incrivelmente doente devido a um corte aberto na perna, e foi levado às pressas para o hospital no dia 11 de setembro.

 

Embora Funk tenha sido transferido para o hospital especializado em choque e trauma em Baltimore, onde amputaram sua perna infectada, ele morreu quatro dias depois, no dia 15 de setembro. “É como sair de um filme de terror“, disse Marcia Funk ao jornal local The Daily Times.

 

A bactéria Vibrio vulnificus pode ser encontrada em água salgada e quente, bem como em moluscos e animais marinhos. Anualmente cerca de 85.000 casos de infecção são registrados envolvendo V. vulnificus ou outras espécies Vibrio nos Estados Unidos, e muitas vezes não causam os mesmos danos que Funk sofreu.

 

A maioria das pessoas contraem a bactéria comendo alimentos contaminados, que muitas vezes resultam em uma curta intoxicação alimentar. Infecções como a de Funk são muito mais perigosas, pois a bactéria desintegra a carne de suas vítimas através de uma necrose rápida da pele e dos músculos em torno da ferida.

Estes casos carregam uma taxa de 25% de fatalidade, e mesmo aqueles que sobrevivem são frequentemente forçados a amputar seus membros afetados. As bactérias também podem entrar na circulação sanguínea de uma pessoa, causando infecção generalizada, que é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo.

 

Estima-se que 10% das infecções por V. vulnificus sejam em último caso fatais, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. “Algumas pessoas podem ter uma infecção, ficar um pouco doentes, e recuperar-se. Outras não são tão afortunadas, há muitos fatores que entram em jogo”, comenta Roman Jesien, cientista marinho e presidente do Maryland Coastal Advisory Fishery Committee.

 

 

Infecções causadas por outras espécies são menos preocupantes e mais comuns do que V. vulnificus. A maioria é causada por Vibrio parahaemolyticusDe acordo com o jornal The Daily Times, Maryland teve casos de Vibrio vulnificus regularmente nos últimos anos, como em 2013, tendo um recorde de 57 afetados. A maior concentração de doentes, como esperado, ocorre mais frequentemente durante os meses mais quentes da região, de maio a outubro.



Escrito por P.Carulli às 09h49
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Brasileiros criam biovidro que cura feridas da pele

Cientistas da UFSCar, Universidade Federal de São Carlos, criaram um tipo de biovidro flexível que é capaz de regenerar tecidos e acelerar o processo de cura de feridas.

“Curam feridas da pele, depois elas são reabsorvidas pelo corpo e são bactericidas, elas minimizam infecções e acabam com as bactérias”, contou o professor Edgar Zanotto.

“É um material absolutamente inovador”, continuou. “É o vidro que cura, é um biovidro, o vidro bioativo”.

O material apresentou bons resultados em testes com animais e o próximo passo será a realização de ensaios em humanos.

Como

O biovidro tem sido usado como opção para diversos tipos de enxerto, mas depois de seis anos de estudo os cientistas do Laboratório de Materiais Vítreos conseguiram desenvolver um material diferente, bem mais flexível, uma manta semelhante à gaze usada em curativos.

“Esses vidros bioativos são parecidos com o vidro de janela, feitos de sílica, cálcio e sódio, mas em concentrações diferentes, então é isso que muda o jeitinho que esse vidro reage dentro do corpo”, explicou a pesquisadora Marina Trevelin Souza.

“A ideia é aplicar diretamente sobre a pele em cima das feridas porque esse material reabsorve em contato com o sangue e vai regenerando aquela ferida ou aquela queimadura”, completou.

Os pesquisadores têm um convênio com o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e o projeto está em fase de análise.

As pesquisas em humanos devem começar em 2017.

Ossos
Outra novidade do grupo é uma peça que pode ser usada como enxerto ósseo.

“Nós podemos fazer enxertos com geometrias muito complexas e que encaixam perfeitamente no paciente”, comentou o pesquisador Murilo Crovace.

Além do formato, o produto também se diferencia de outros tipos de enxerto, como os de cerâmica, pelo tempo que o corpo leva para a absorção. No caso dos biovidros, esse processo ocorre de forma muito mais rápida.

“São poucos meses, enquanto as cerâmicas levariam anos para serem completamente absorvidas”, comparou Crovace.

FONTE: SITE SÓ NOTICIAS BOAS.



Escrito por P.Carulli às 14h32
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CIENTISTAS BRASILEIROS DESCOBREM PLANETAS SEMELHANTES A JUPITER.

fonte: AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA

Cientistas brasileiros, liderados pelo professor Jorge Melendez, da Universidade de São Paulo (USP), estão à frente da descoberta de um planeta com massa semelhante à de Júpiter e que orbita uma estrela que tem características similares às do Sol. O achado, divulgado ontem (15), ocorreu graças ao instrumento Harps do telescópio 3p6 do Observatório Europeu Sul (ESO), instalado no Chile.

Segundo um comunicado do ESO, o exoplaneta orbita a estrela HIP 11915, e sua posição nesse sistema é praticamente a mesma de Júpiter, abrindo a possibilidade de que a região em torno dessa estrela seja parecida com o Sistema Solar.

Isso porque o desenvolvimento de vida na Terra foi possível graças à presença de Júpiter e de sua influência gravitacional exercida no Sistema Solar durante a fase de sua formação.

O comunicado afirma que “tal fato leva os cientistas a crer que encontrarmos um planeta gêmeo de Júpiter é um marco importante na busca de um sistema planetário que seja semelhante ao nosso”.

Segundo Melendez, “a procura de uma Terra 2.0 e de um Sistema Solar 2.0 completo é um dos esforços mais excitantes da astronomia”. Ainda são necessárias observações para confirmar e delimitar a descoberta, mas, de acordo com o ESO, a estrela HIP 11915 é, até agora, uma das mais promissoras candidatas a abrigar um sistema planetário semelhante ao nosso.

A busca de planetas similares a Terra ou do nosso Sistema Solar é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial. Embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores ou maiores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.



Escrito por P.Carulli às 10h35
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Mistério resolvido: estudo descobre por que chove tanto na Amazônia

FONTE:UOL

Cientistas que estudam há mais de 25 anos a formação das nuvens na Amazônia sempre se depararam com um mistério: as gotículas de água produzidas pela floresta são insuficientes para provocar as tempestades, que são constantes na região. De onde vinha o resto? 

Segundo estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista Nature, a resposta é surpreendente: as gotículas vêm do céu, de grandes altitudes.

Os aerossóis (nanopartículas) que estão na atmosfera a cerca de 15 mil metros de altitude (faixa por onde voam os aviões comerciais) se somam às partículas vindas das árvores e alimentam as nuvens da região amazônica.

Os cientistas já sabiam da existência dos aerossóis em grandes altitudes e que eles eram removidos pela chuva. Faltava entender como a atmosfera restabelecia a concentração de aerossóis rapidamente. O que descobriram foi de onde eles vêm e como ajudam a "fazer chover".

Partículas que sobem e descem

Os gases emitidos pelas árvores da floresta são levados da superfície para a alta atmosfera pelo movimento vertical de massas de ar. No alto, onde a temperatura é de cerca de -55°C, eles se condensam e formam os aerossóis.

Essas nanopartículas são retiradas da alta atmosfera pelas correntes descendentes de nuvens de chuva e se combinam com os gases vindos das árvores que estão vindo em correntes ascendentes. 

Neste encontro, as partículas crescem rapidamente e formam gotículas e nuvens. As correntes de convecção dão início à chuva.

Distribuição eficiente

"O conjunto dos gases emitidos pela floresta e as nuvens fazem uma dinâmica muito peculiar e produzem enormes quantidades de partículas em altas altitudes, onde se acreditava que elas não existiriam", diz o físico da USP Paulo Artaxo, um dos autores do estudo. "São mecanismos biológicos da floresta atuando junto com as nuvens para manter o ecossistema Amazônico em funcionamento."

Segundo ele, esses gases são jogados para a alta atmosfera, onde a velocidade do vento é muito grande, e são redistribuídos pelo planeta de forma muito eficiente. "Estamos atualmente realizando trabalhos de modelagem para precisar as regiões afetadas pelas emissões de gases da Amazônia e transportadas pela circulação atmosférica", diz o cientista.

Como tais mecanismos eram até agora desconhecidos, essa produção de aerossóis não está contemplada em nenhum modelo climático. "É um conhecimento que terá de ser incluído, pois ajudará a tornar as simulações de chuva na Amazônia mais precisas", diz Luiz Augusto Machado, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial), que também participou do estudo.

Segundo Machado, a observação de aerossóis se formando a partir de gases vindos da superfície é surpreendente. Isso porque quando se ultrapassa altitudes superiores a 2.500 metros ocorre uma inversão de temperatura que costuma inibir o transporte vertical de partículas. "O transporte através das nuvens convectivas [que sobem e descem] quebra essa barreira e permite o mecanismo funcionar em regiões tropicais", explica ele.

A importância dos aerossóis não está somente na formação de nuvens na Amazônia – o que já seria muito, já que a dinâmica climática na região regula o clima em todo o globo. Eles são fundamentais também para o controle da radiação solar que atinge a Terra. Assim, equilibra a fotossíntese e a temperatura do ecossistema amazônico.

Descoberta feita sem querer

A descoberta dessa dinâmica essencial para explicar a origem das chuvas foi feita por um acaso, quando cientistas investigavam o efeito da poluição de Manaus na atmosfera amazônica no experimento GoAmazon (Green Ocean Amazon Experiment).

Artaxo diz que investiga há muito tempo a formação de novas partículas de aerossóis na Amazônia, sem conseguir explicar o fenômeno. "As medições eram sempre feitas em solo ou com aviões voando até no máximo 3.000 metros de altura. Mas a resposta, na verdade, estava ainda muito mais no alto da atmosfera amazônica", diz o pesquisador.

No atual estudo, as medidas foram feitas por dois aviões que voaram em altitudes de até 15 mil metros. Os resultados batem com medidas feitas em solo pelo laboratório Torre Alta de Observação da Amazônia, uma torre de 320 m de altura situada na região central da Amazônia.



Escrito por P.Carulli às 12h41
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Cientistas farão primeira circunavegação da Antártica

FONTE: FRANCE PRESS

Cinquenta cientistas de 30 países formarão a primeira equipe científica a circunavegar a Antárticaem uma tentativa de mensurar a contaminação e as mudanças climáticas, anunciaram os encarregados do projeto nesta segunda-feira (17).

A equipe internacional viajará a bordo do navio científico russo "Akademik Treshnikov", que zarpará da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 20 de dezembro e voltará em 18 de março de 2017.

Os organizadores da Expedição Circumpolar Antártica (ACE, na sigla em inglês) esperam intensificar a cooperação para entender melhor o impacto da humanidade no oceano Antártico.

"Os pesquisadores trabalharão em uma série de campos interrelacionados, da biologia à climatologia, passando pela oceanografia, pelo bem do futuro deste continente", afirmaram os integrantes da expedição em um comunicado.

"É essencial ter uma melhor compreensão da Antártica, não só para a sua preservação, mas para todo o planeta", acrescentaram.

Projetos de pesquisa
Os líderes da equipe convocaram no ano passado um concurso para eleger os projetos de pesquisas e após receber 100 propostas, selecionaram 22.

Um do

Os cientistas tomarão, ainda, amostras de gelo das profundezas para investigar as condições do continente branco antes da Revolução Industrial.

O ACE é o primeiro projeto do recém-criado Swiss Polar Institute (SPI, Instituto Polar Suíço), uma iniciativa do país europeu para "estreitar as relações internacionais e a colaboração entre países, assim como para despertar o interesse pela investigação polar em uma nova geração de jovens cientistas".

"A ideia é visitar as ilhas em torno da Antártica, o que de um ponto de vista cientista é muito interessante", explicou durante o lançamento do projeto, em Londres, o empresário Frederik Paulsen, fundador do SPI.

"As mudanças que estão ocorrendo na Antártica são menos conhecidos que as do Ártico e as ilhas (...) são o termômetro do que está acontecendo", explicou.

A viagem será dividida em três etapas, com paradas de abastecimento nas cidades australiana de Hobarth e na chilena de Punta Arenas.s projetos ganhadores é de uma instituição espanhola, o Instituto de Ciências do Mar de Barcelona, e consistirá em estudar e medir os gases e as partículas liberadas pelo oceano Ártico na atmosfera.

 



Escrito por P.Carulli às 12h46
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Stephen Hawking adverte a humanidade para se preparar contra possível ameaça alienígena

FONTE: The Guardian

O astrofísico britânico Stephen Hawking voltou a fazer nesta semana uma declaração contundente sobre a possibilidade de vida inteligente em outros planetas.  Hawking  chamou a atenção da humanidade para a possibilidade de contatos com civilizações extraterrestres. Conforme o pesquisador, a humanidade deve ficar focada na busca de vida extraterrestre para ganhar tempo no sentido de desenvolver sistemas de defesa da Terra e seus habitantes. 

Em seu novo espaço no portal CuriosityStream, o cientista adianta que seu projeto "Breakthrough: Listen" tem como finalidade principal a procura de vida extraterrestre. "Um dia os habitantes de Terra vão receber um sinal de um planeta similar. Mas não nos devemos apressar com a resposta", recomenda.

Segundo  Hawking, o contato com uma civilização significativamente desenvolvida pode ser similar ao encontro de Colombo com os índios. "E os registros históricos atestam que  esse encontro não foi nada bom para os índios", alerta o astrofísico. 

Projeto de US$ 100 milhões
O projeto de Hawking "Breakthrough Initiatives" tem custo estimado em US$ 100 milhões. Um dos investidores é o milionário russo Yury Milner, coproprietário da empresa da Internet Mail.ru Group.

Diagnóstico de Esclerose 
Hawking é responsável por muitos estudos de peso na área da Ciência. Quando tinha apenas 21 anos, ele foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica. A doença foi, gradativamente, paralisando seus músculos de modo que, depois de quase 50 anos de diagnóstico, ele já não tem domínio sobre o próprio corpo. Apesar do grave problema de saúde, Hawking nunca deixou de estudar, é doutor em Física, casou-se, tem três filhos e um neto e já recebeu inúmeros prêmios na área científica, além de ser referência quando o assunto é Física e Cosmologia.

 

Universo ilimitado  
Uma de suas maiores pesquisas diz respeito à teoria de que o Universo é ilimitado. Para explicar isso, Hawking usa como exemplo a própria Terra que, se imaginada em sua forma, não apresenta um começo ou um fim – é tudo uma coisa só. A única diferença é que o nosso planeta é tridimensional, enquanto o Universo se apresenta em 4D.



Escrito por P.Carulli às 09h48
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Trio de pesquisadores leva o Prêmio Nobel de Física de 2016

Fonte: UOL

 Academia Real Sueca de Ciências anunciou nesta terça-feira (4) que os pesquisadores David J. Thouless, F. Duncan M. Haldane e J. Michael Kosterlitz ganharam o Prêmio Nobel de Física de 2016, sendo que a láurea foi dividida em duas "metades", sendo que Haldane e Kosterlitz dividiram uma delas.

De acordo com a organização sueca, o prêmio foi dividido em duas partes: David J. Thouless, da Universidade de Washington, ficou com uma; e F. Duncan M. Haldane e J. Michael Kosterlitz, das universidades de Princeton e Brown, respectivamente, dividiram a outra. O motivo do prêmio foram as descobertas sobre as fases de transição da matéria.

No ano passado, ganharam o Nobel de física o japonês Takaaki Kajida e o canadense Arthur B. McDonald pela descoberta de que neutrinos (pequenas partículas que compõem o Modelo Padrão da física) têm massa.

A lista dos ganhadores do Prêmio Nobel de Física é extensa. Nos últimos dez anos, destacaram-se cientistas do Japão, Estados Unidos, Reino Unido e França.

2016: David Thouless, Duncan Haldane e Michael Kosterlitz (Reino Unido) por seus trabalhos sobre os isolantes topológicos, materiais "exóticos" que podem permitir em um futuro mais ou menos próximo criar computadores superpotentes.

2015: Takaaki Kajita (Japão) e Arthur B. McDonald (Canadá), pela descoberta das oscilações dos neutrinos, que demonstram que estas enigmáticas partículas têm massa.

2014: Isamu Akasaki e Hiroshi Amano (Japão) e Shuji Nakamura (Estados Unidos), inventores do diodo emissor de luz (LED).

2013: François Englert (Bélgica) e Peter Higgs (Reino Unido), por trabalhos sobre o bóson de Higgs, também conhecido como 'partícula de Deus'.

2012: Serge Haroche (França) e David Wineland (Estados Unidos), por pesquisas em óptica quântica que permitiram a criação de computadores superpotentes e relógios com precisão extrema.

2011: Saul Perlmutter e Adam Riess (Estados Unidos), Brian Schmidt (Austrália/EUA), por suas descobertas sobre a expansão acelerada do universo.

2010: Andre Geim (Holanda) e Konstantin Novoselov (Rússia/Reino Unido), por trabalhos pioneiros no desenvolvimento do grafeno, um material revolucionário que transformou a eletrônica, em particular a construção de computadores e transistores.

2009: Charles Kao (Estados Unidos/Reino Unido), Willard Boyle (Estados Unidos/Canadá) e George Smith (Estados Unidos), por pesquisas sobre a fibra óptica e os semicondutores, responsáveis por importantes avanços tecnológicos na telefonia, transporte de dados e fotografia.

2008: Yoichiro Nambu (Estados Unidos), Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa (Japão), por estudos sobre a formação do universo.

2007: Albert Fert (França) e Peter Grünberg (Alemanha), que descobriram a magneto-resistência gigante, uma tecnologia que permite aumentar a capacidade dos discos rígidos e minimizar seu tamanho.

Semana de prêmios

Ontem (3), o japonês Yoshinori Ohsumi venceu o Nobel de Medicina, o primeiro da temporada. Amanhã (5), será anunciado o prêmio de Química, e na sexta-feira (7) será a vez do Nobel da Paz. Na segunda-feira (10), será entregue o prêmio em Economia. O Nobel de Literatura fecha a temporada em 13 de outubro.

 



Escrito por P.Carulli às 10h53
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